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Revista Científica Esfera Acadêmica Humanas

Revista Científica
Esfera Acadêmica Humanas

Apresentação

Desde agosto de 2014, a Faculdade Brasileira, Multivix-Vitória, inicia o semestre com oferta em uma das disciplinas da graduação abordando a respeito da psicologia analítica. Desde então, os alunos vêm respondendo positivamente com interesse e curiosidade em aprofundar a respeito dessa abordagem, pois, no estado do Espírito Santo, ainda temos muito poucos profissionais que trabalham com essa abordagem teórica. Nem todas as Instituições de ensino contemplam essa oportunidade de ministrar a psicologia analítica.

Diante disso, desde 2014, o professor Raphael do Amaral Vaz, responsável por ministrar as aulas baseadas nessa abordagem, vem fornecendo, não somente na disciplina regular de “Psicologia da Personalidade”, mas nas disciplinas optativas, aulas voltadas na área da psicologia junguiana, tais como: “Introdução à psicologia; Psicopatologia junguiana; Morte, luto e suicídio”. Como consequência dessas aulas, os alunos vêm respondendo positivamente suas curiosidades e interesses em entender melhor a teoria junguiana.

Em 2016, o professor Raphael, juntamente com a aceitação e incentivo da coordenação do curso de Psicologia, Kirlla Christine Almeida Dornelas, inicia a I Jornada Junguiana que ocorreu no dia 04 de junho de 2016, com a temática Psicologia Analítica e suas implicações na contemporaneidade. Foi um sucesso! Tivemos várias contribuições de reflexões dos psicólogos junguianos presentes na nossa cidade de Vitória. Diversos estudantes de outras instituições de ensino compareceram em peso, demonstrando interesse em aprofundar seus estudos.

Em 2017, realizamos a II Jornada Junguiana, que ocorreu no dia 03 de junho de 2016, com a temática Desafios contemporâneos das práticas clínicas. Houve, também, outra resposta bastante positiva do público, não somente de estudantes, mas de profissionais que estavam aderindo ou conhecendo ainda sobre a psicologia analítica.

Enfim, chegamos em 2018, e estamos preparando a todo vapor para a III Jornada Junguiana, tratando neste ano sobre as doenças mais atuais que vêm adoecendo toda sociedade com a temática Ansiedade, Depressão e Fobia: doenças do século XXI. No que se refere a essas doenças deste século, ressaltaremos que o adoecimento do ser humano é algo preocupante para toda a ciência da saúde, bem como as ciências humanas ao ponto de refletirem juntas e tentarem identificar quais os fatores psicossociais que podem ocasionar o alto índice de sintomas depressivos, ansiosos e/ou fóbicos que diversos indivíduos são vítimas e não conseguem superar por si mesmo.

Diante dessa preocupação com a saúde coletiva, a III Jornada Junguiana vem propor um sábado de ricas reflexões e verdadeiros mergulhos na abordagem Junguiana, a fim de entendermos como os psicólogos dessa abordagem estão enfrentando na clínica com essas doenças que marcam o nosso século. Esperamos que essa jornada não seja apenas mais um encontro teórico, mas um encontro que causa em nossas almas profundas mudanças que contribuem para nosso processo de individuação.

No que diz respeito à imagem escolhida para esta Jornada Junguiana de 2018, a obra “O Grito”, do pintor norueguês Edvard Munch, desejamos descrever em poucas palavras a biografia desse ilustre artista que conseguiu descrever por meio da arte a linguagem da alma humana.

Edvard Munch, (1863-1944) foi um pintor e gravador norueguês. Autor das obras “O Grito” e “A Menina Doente”, ele foi um dos maiores representantes da corrente expressionista do século XX. Edvard Munch nasceu em Loten, Noruega, no dia 12 de dezembro de 1863. Filho de um médico do Exército, obsessivamente religioso, sofreu sucessivas perdas que marcaram sua vida. Ficou órfão de mãe com cinco anos de idade. Frágil e doente, passou sua infância na cama e chegou a ser expulso da escola por excesso de faltas. Sem a mãe, apegou-se à irmã Sophie, um ano mais velha, que era sua alegria, até ficar tuberculosa e morrer com 15 anos. Nos anos seguintes, Munch perdeu o pai, que morreu de um ataque cardíaco, e viu outra irmã, esquizofrênica, ser internada em um hospital psiquiátrico, onde passaria toda a vida.

Suas primeiras pinturas receberam a influência dos pós-impressionistas, mas não tardou a criar um estilo pessoal, baseado em acentuar as linhas de expressão para exteriorizar as sensações de angústia e solidão do ser humano. O sentimento de morte com a perda de pessoas queridas o acompanhou por toda sua vida e convertendo-se em um dos temas recorrentes em suas obras. De uma série de pinturas e gravuras, destacam-se: “Entardecer” (1888) e “A Menina Doente” (1886). Primeiro de uma série de seis pinturas do mesmo tema em que retrata a irmã Sophie.

Continuando no mesmo tema de desespero e solidão, pintou a obra que o notabilizou, “O Grito” (1893), feita em quatro versões, que estão no museu da Noruega, exceto a terceira, de 1895, que pertence a um financista de Nova York. A obra é um retrato perfeito de uma figura desesperada, onde seu grito parece silencioso, um átimo de horror sufocado, mudo. Ainda desse período, são as telas: “Melancolia” (1891), “Ansiedade (1894), “Amor e dor” (1895), entre outras.

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Editora Multivix


Autor corporativo

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Periodicidade da publicação

Semestral


Idioma(s) que serão aceitos os artigos

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